Consolidando o ecossistema de conhecimento da Fundação Itaú: CMS com arquitetura escalável, ferramentas expansíveis e gestão de mais de 700 indicadores.
O Observatório se apoia em duas bases técnicas: a primeira é um modelo unificado de dados – todas as bases de dados de pesquisas existentes foram revisadas e sanitizadas para criar um dicionário comum de indicadores, filtros e categorias que permitisse cruzar pesquisas de institutos diferentes. As bases foram integradas ao data lake via Snowflake, em uma estrutura padronizada que recebe novas pesquisas sem retrabalho. A segunda é um CMS próprio, flexível e escalável, que permite à equipe da Fundação criar, publicar e gerenciar conteúdos dados e indicadores sem depender de uma equipe técnica.
Para se tornar a porta de entrada do ecossistema de conhecimento da Fundação Itaú, o Observatório precisava dar autonomia à equipe para publicar conteúdos e gerir indicadores, integrar pesquisas com estruturas próprias em um mesmo ambiente e atender públicos diversos, como estudantes, especialistas, sociedade civil e gestores públicos.

Para nós, a decisão técnica, a escolha de um fornecedor, vai além da capacidade de desenvolver algo. Consideramos o conhecimento e especificidade que ele tem para pedirmos algo na certeza de que vai contribuir com outro lugar, que é a experiência dele de fato, que traga provocações importantes. A gente olha para a Caiena e sabe que ali vai dar um bom "match" porque a empresa tem experiência com o terceiro setor e a gente não precisa ficar explicando o que a gente entrega de valor no final.

O Observatório Fundação Itaú surgiu para reunir as pesquisas do Itaú Social, do Itaú Cultural e do Itaú Educação e Trabalho. Sua reestruturação tinha como propósito transformá-lo no ecossistema de conhecimento da Fundação Itaú, reunindo, além de pesquisas, dados e ferramentas de apoio à gestão pública. A Caiena foi responsável pelo projeto de ponta a ponta: arquitetura, design, interface, ferramentas e o CMS que sustenta toda a operação.
O projeto começou com o Caiena SEED, etapa de design com oficinas para definir os objetivos do projeto e especificar todas as demandas da equipe responsável por sua gestão. O SEED definiu duas frentes para o MVP: uma nova identidade visual, baseada no guia da marca e pensada para os públicos identificados, e uma nova arquitetura, capaz de comportar novas funcionalidades e integrações. A partir delas, a Caiena construiu a nova plataforma do zero, que hoje possui:
1. Biblioteca e áreas temáticas: as pesquisas estão organizadas em seis áreas temáticas – Economias do Futuro, Educação Básica, Educação Profissional e Tecnológica, Equidade, Integração Arte, Cultura e Educação, e Inteligência Artificial. Filtros e tags cruzam áreas, temas e tipos de conteúdo, permitindo que o usuário encontre o que precisa ou descubra novos materiais.
2. Explorador de Dados: ferramenta que permite montar visualizações próprias a partir de 700 indicadores. Foi pensada para atender desde leigos até especialistas.
3. Ferramentas para gestão pública: o Observatório passou a ter a área de Educação Profissional e Tecnológica (EPT), que reúne 12 ferramentas de apoio a gestores educacionais e a localização de escolas e cursos de EPT.
4. CMS e área administrativa: a base que sustenta todo o Observatório. Com templates e uma área administrativa, a equipe da Fundação cria e publica conteúdos e gerencia dados, indicadores e usuários por conta própria.
5. Área logada: o cadastro libera o download de conteúdos ricos e permitiu à Fundação formar uma base de usuários.
No primeiro ano do novo Observatório, a Fundação Itaú lançou mais de 200 pesquisas e 11 painéis de dados sobre temas como inteligência artificial, economia verde, inserção produtiva de jovens e hábitos culturais. O Explorador de Dados reúne 700 indicadores de três institutos em uma só base. Com o novo CMS, a equipe da Fundação passou a publicar novos conteúdos sem depender de desenvolvedores.



